20.11.08

Adoro a Selecção Nacional de Futebol, ainda mais do que gosto do FCP, apesar de tudo o que o clube significa aqui na região do Porto.

 

O Scolari poderia não ser o treinador que todos gostassem, mas ele fez o que até nenhum treinador tinha feito: conseguiu que todos os portugueses, mesmo aqueles que ligam pouco a futebol, vibrassem e torcessem pela equipa. Não conseguiu atingir os máximos objectivos, mas levou-nos bem mais perto do que qualquer outro.

 

Isso significa que a derrota ontem (e as más exibições e os maus resultados) não augurem nada de novo para a selecção e para este novo suposto treinador. Nunca dei nada pelo Carlos Queiroz e agora dou muito menos. Espero que os resultados no próximo ano (que é só quando a selecção volta a jogar) sejam bem mais positivos que até agora. O que, me perdoem os que ainda lhe querem dar uma nova oportunidade, eu duvido muito...

 

Uma derrota por si só já é mau sinal, mas tão expressiva como esta (6-2) contra o Brasil é humilhante!

 

link do postescrito por anid, às 16:54  opina à-vontade

Às vezes penso que já não há solução para esta vida de infortúnio como desempregada, pois tal como eu, há várias pessoas e andamos todas à procura do mesmo: uma oportunidade de poder trabalhar, de poder mostrar as nossas capacidades laborais, de poder ajudar no sustento da casa.

 

Às vezes apetece-me fechar os olhos para que por breves instantes este imbróglio que sinto no estômago se desvaneça. Mas não e isso que faz desaparecer os problemas, a ansiedade regressa sempre.

 

Às vezes tenho medo que por estar tanto tempo sem trabalhar, não seja capaz de me adaptar à realidade laboral - apesar da vontade de me inserir, de me tornar um pessoa em mínimas condições financeiras - ser muita. Tenho receio que o que digo ser capaz de fazer nas entrevistas se revele como uma premissa falsa e depois tudo se volte a desmoronar.

 

Às vezes... Não, nos últimos tempos tem-me perseguido uma falta de entusiasmo quando vejo um anuncio em que as minhas capacidades - reais ou não - são compatíveis, já não sinto entusiasmo quando me telefonam a marcar uma entrevista.

 

Às vezes... Sempre que saio de uma entrevista sinto-me deprimida. Não sei explicar muito bem, mas acho que a esperança que me acompanhava desapareceu e a única coisa que me resta é a motivação de pensar que a mina vida não seja apenas estar no desemprego. É algo mais...

 

Às vezes apetece-me mandar tudo para aquele sítio e fugir, fugir para bem longe, na ilusão que nesse outro sítio tudo vai ser diferente, tudo vai ser conforme eu desejo.

 

Às vezes...

link do postescrito por anid, às 12:32  opina à-vontade

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